É a verdade o que assombra o descaso que condena, a estupidez, o que destrói. Eu vejo tudo que se foi e o que não existe mais, tenho os sentidos já dormentes, o corpo quer, a alma entende. Esta é a terra-de-ninguém sei que devo resistir, eu quero a espada em minhas mãos. Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão; Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão; Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão. Não me entrego sem lutar tenho ainda coração, não aprendi a me render... que caia o inimigo então.
- Tudo passa, tudo passará...
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